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  • domingo, 20 de outubro de 2013

    Veja qual será o início das provas do Enem no horário local de cada estado

    Provas serão às 13h no horário de Brasília no sábado (26) e domingo (27).
    Veja as horas locais afetadas pelo horário de verão e do fuso horário.

    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    As provas da edição de 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enemx) acontecem no próximo sábado (26) e domingo (27). Os portões dos mais de 15 mil locais de prova nos 1.661 municípios que receberão o exame fecharão pontualmente às 13h do horário de Brasília. Neste ano, mais de 7,1 milhões de candidatos se inscreveram para a prova do MEC em todos os estados do país.
    Mas, por causa do fuso horário no território nacional e do horário de verão, que entrou em vigor neste domingo (20), é preciso consultar o horário local para não se confundir e acabar se atrasando e perdendo o Enem. Os portões serão abertos uma hora antes do início da prova, e fechados pontualmente no horário previsto no edital. Recomenda-se aos inscritos que cheguem aos locais de prova com uma hora de antecedência.
    Veja abaixo o horário local de início das provas do Enem em cada estado:
    VEJA O HORÁRIO LOCAL DE CADA ETAPA DO ENEM NO SEU ESTADO
    Estados
     
    Abertura
    dos portões
     
    Horário de
    início da prova
     
    Pode sair
    sem a prova
     
    Pode sair
    com a prova
     
    Horário de término
    da prova
     
    Acre
    10h
    11h
    13h
    15h (sáb)
    16h (dom)
    15h30 (sáb)
    16h30 (dom)
    Amazonas
    10h
    11h
    13h
    15h (sáb)
    16h (dom)
    15h30 (sáb)
    16h30 (dom)
    Rondônia
    10h
    11h
    13h
    15h (sáb)
    16h (dom)
    15h30 (sáb)
    16h30 (dom)
    Roraima
    10h
    11h
    13h
    15h (sáb)
    16h (dom)
    15h30 (sáb)
    16h30 (dom)
    Alagoas
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Amapá
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Bahia
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Ceará
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Maranhão
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Mato Grosso
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Mato Grosso
    do Sul
    11h
     
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Pará
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Paraíba
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Pernambuco
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Piauí
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Rio Grande
    do Norte
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Sergipe
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Tocantins
    11h
    12h
    14h
    16h (sáb)
    17h (dom)
     
    16h30 (sáb)
    17h30 (dom)
    Distrito
    Federal
    12h
    13h
    15h
    17h
    17h30 (sáb)
    18h30 (dom)
    Espírito Santo
    12h
    13h
    15h
    17h
    17h30 (sáb)
    18h30 (dom)
    Goiás
    12h
    13h
    15h
    17h
    17h30 (sáb)
    18h30 (dom)
    Minas
    Gerais
    12h
    13h
    15h
    17h
    17h30 (sáb)
    18h30 (dom)
    Paraná
    12h
    13h
    15h
    17h
    17h30 (sáb)
    18h30 (dom)
    Rio de Janeiro
    12h
    13h
    15h
    17h
    17h30 (sáb)
    18h30 (dom)
    Rio Grande
    do Sul
    12h
    13h
    15h
    17h
    17h30 (sáb)
    18h30 (dom)
    Santa Catarina
    12h
    13h
    15h
    17h
    17h30 (sáb)
    18h30 (dom)
    São Paulo
    12h
    13h
    15h
    17h
    17h30 (sáb)
    18h30 (dom)
    Fonte: Observatório Nacional/MCT e MEC/Inep
    Veja os detalhes sobre o Enem 2013 (Foto: Editoria de Arte/G1)
    Início às 11h: No Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima, estados que agora estão duas horas atrás em relação a Brasília, os portões vão fechar às 11 horas locais. Os candidatos poderão sair da prova a partir das 13h locais sem o caderno de provas. Com o caderno, a partir das 15h (sábado) e 16h (domingo). A prova terminará às 15h30 no sábado e 16h30 no domingo, sempre no horário local.
    Início às 12h: No Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe), e nos estados do Amapá, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins, os portões serão fechados às 12h do horário local, os alunos podem sair sem a prova a partir das 14h, com a prova às 16h no sábado e às 17h no domingo. A prova termina às 16h30 no horário local, sábado, e 17h30, no domingo.
    O Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são estados que adotaram o horário de verão. Porém, como eles estão em outro fuso horário que o Distrito Federal, os dois estados continuam uma hora atrás do horário de Brasília. Já o Tocantins participou do horário de verão em 2012, mas neste ano os relógios não avançaram e, portanto, o estado está uma hora atrás do horário de Brasília até fevereiro.
    Início às 13h: Para aqueles que farão as provas no Distrito Federal ou nos estados que estão no horário de verão (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Espírito Santo e Minas Gerais), os portões serão fechados às 13h no horário local. Os candidatos poderão sair sem a prova às 15h, com a prova às 17h no sábado e 18 no domingo. A prova termina às 17h30 (sábado) e 18h30 (domingo).
    Sobre a prova
    As provas têm um total de 180 questões de múltipla escolha e uma redação. No sábado (26), os candidatos farão a prova de ciências humanas e a de ciências da natureza, ambas com 45 questões. O tempo mínimo para permanecer na sala de provas é duas horas, e o tempo máximo para resolver as questões é de quatro horas e meia.
    Já no domingo (27), o Enem aplica as provas de linguagens e códigos, que engloba português e língua estrangeira (inglês ou espanhol) e de matemática, além da prova de redação. Nesse dia, a duração máxima do exame é maior: cinco horas e meia. Em ambos os dias de prova, para levar o caderno de questões, o candidato só pode sair da sala de aula nos últimos 30 minutos da prova.
    Para a realização, das provas o candidato deverá usar somente caneta com tinta esferográfica preta e feita com material transparente. Além disso, nenhum candidato poderá entrar na sala de provas sem apresentar um documento de identificação original com foto. Quem não tiver o documento deverá apresentar boletim de ocorrência emitido no máximo 90 dias antes da data da prova e se submeter a uma identificação especial e preenchimento de formulário próprio.
    Fonte: G1.com

    Além de coroa, concurso de miss no Rio oferece troca de sexo a travestis

    Vencedora será conhecida na segunda (21) em festa no Teatro João Caetano.
    Cirurgia será na Tailândia, onde acontece o Miss Universo das transexuais.

    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    Transexuais e travestis disputam o Miss T, no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Transexuais e travestis disputam o Miss T, no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Altas, magras e de biquínis cor de rosa, elas se dizem prontas para acabar de vez com o preconceito e marginalização que travestis e transexuais sofrem na sociedade. Dispostas a ganhar a coroa de miss e o prêmio de uma cirurgia plástica, que pode ser o procedimento de mudança de sexo, 28 candidatas participam na segunda-feira (21) da 2ª edição do Miss T, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.
    A maioria das candidatas trabalha no mercado de beleza, como modelos, cabeleireiras e maquiadoras. Mas, se engana, completamente, quem pensa que elas se restringem apenas a essa área. Há vendedora, editora de vídeo, psicóloga, estudantes e agente de saúde na passarela.
    Nathalie Oliveira, representante do Rio de Janeiro, foi primeira colocada no concurso público para agente de saúde na cidade onde mora, Bom Jardim, na Região Serrana. Há um ano na função, ela não pensa em largar a profissão.
    "A estabilidade é muito grande e foi uma grande conquista. Já tenho planos para 2014, quando poderei, finalmente, começar uma faculdade e conciliar com o emprego público. Nunca participei de nenhum concurso de beleza  e estou apenas curtindo o momento", disse a jovem, de 19 anos.
    Na véspera do concurso, candidatas do Miss T fazem pose na piscina do hotel, no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Na véspera do concurso, candidatas do Miss T fazem pose na piscina do hotel, no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Modelo transexual
    Organizado pela Associação das Travestis e Transexuais do Estado do Rio de Janeiro, Astra-Rio, o concurso visa abrir as portas e os olhos da sociedade para a causa dos transexuais. Muitas não divulgam a verdadeira identidade em seu dia a dia. É o caso da modelo Felipa Tavares, de 27 anos. Única modelo transexual da famosa agência 40º Models, de Sérgio Mattos, descobridor de Gisele Bündchen, ela não contou durante um curso qual era seu verdadeiro nome.
    "O Sérgio Mattos só foi descobrir realmente quem eu era quando foi entregar o meu diploma e viu que o nome era de homem. Ele já tinha me convidado para fazer parte do casting, mas quando soube a verdade, só bateu o martelo: você vai ser a primeira modelo transexual da minha agência", lembra a mineira.
    Na véspera do concurso, candidatas fizeram ensaio de biquini em hotel no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Na véspera do concurso, candidatas fizeram ensaio de biquini em hotel no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Com 10 estados na disputa, o caminho até a seleção foi longo para muitas. As mineiras são maioria, com seis ao todo, seguidas por representantes do Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Paraíba, Alagoas, Santa Catarina, Ceará, Rio Grande do Norte e Maranhão são representados por apenas uma candidata cada.
    Rifa para viajar ao Rio de Janeiro
    Dávila Medeiros, representante do Rio Grande do Norte, de 26 anos, conhece bem o longo caminho que teve que percorrer até chegar ao concurso. Além de vencer o preconceito de algumas cidades do interior, foi necessário vender uma rifa para alcançar seu objetivo. O dinheiro arrecadado custeou a viagem até o Rio de Janeiro.
    "Meu sonho é ser miss e fazer a feminilização facial - cirurgia que visa suavizar o aspecto do rosto e torná-lo mais feminino. Ganhar o concurso realizaria meus maiores sonhos de uma só vez", conta a determinada maquiadora.
    A organização do Miss T Brasil se responsabiliza apenas por acomodações e refeições em um hotel no Centro do Rio durante todo evento. As candidatas tiveram que arcar com as passagens, além da taxa de inscrição de R$300. A premiação consiste no contrato de um ano com Astra-Rio; pagamento da taxa de inscrição de US$ 500 para participar do Miss International Queen 2014 - equivale ao Miss Universo para transexuais, e o pagamento da passagem para a Tailândia, assim como consultoria preparatória e confecção do traje típico a ser cedido no evento.
    Tema delicado para algumas, o concurso também pode dar a oportunidade, para as que desejam, de fazer a cirurgia de redesignação sexual - procedimento cirúrgico que muda a aparência física e características sexuais para o sexo oposto. Entre os prêmios, as três primeiras colocadas ganharão um voucher da Kamol Cosmetics Hospital, famoso hospital tailandês para tais procedimentos.
    Fonte: G1.com

    Explosão de caminhão-bomba deixa mais de 30 mortos na Síria

    Ataque aconteceu na periferia da cidade de Hama, no centro do país.
    Caminhão carregava 1,5 tonelada de explosivos.

    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    Bombeiros são vistos em local de explosão em Hana, na Síria, neste domingo (20) (Foto: Sana/AFP)
    Bombeiros são vistos em local de explosão em Hama, na Síria, neste domingo (20) (Foto: Sana/AFP)


    Pelo menos 30 pessoas morreram neste domingo (20) e dezenas ficaram feridas após a explosão de um caminhão-bomba na periferia da cidade de Hama, no centro da Síria, informou a agência de notícias oficial "Sana".
    O caminhão carregava 1,5 tonelada de explosivos e explodiu na entrada leste da cidade, na estrada que liga Hama a Salmiya. No mesmo instante, passava pelo local um veículo transportando botijões de gás, que também explodiu.
    Uma fonte oficial de alto escalão, citada pela "Sana", não descartou que o número de mortos possa aumentar devido à gravidade de alguns dos feridos.
    A agência acrescentou que o incidente foi um "ataque terrorista suicida" - "terrorista" é o termo usado pelo governo para classificar os rebeldes da oposição.
    A ONG pró-oposição Observatório Sírio dos Direitos Humanos afirmou que o ataque visava um posto de controle do Exército.
    O atentado causou também danos materiais em mais de 20 carros e em edifícios e lojas da região, onde fica uma fábrica de maquinaria agrícola.
    Imagens registradas pela TV Síria mostraram bombeiros tentando apagar as chamas dos veículos.
    O conflito da Síria, que já dura cerca de dois anos e meio, começou com protestos pacíficos, mas transformou-se em guerra civil.
    Aos rebeldes se juntaram islamistas radicais, alguns deles ligados à al-Qaeda, e diversos grupos têm usado bombas suicidas para atacar alvos militares e políticos.
    arte síria versão 08.10 (Foto: Arte/G1)
    Fonte: G1.com




    Aprovação de lei pode criar mais 28 municípios baianos

    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    novos municipios
    Levantamento da União Brasileira em Defesa da Criação dos Novos Municípios (UBDCNM) indica que Maranhão, Bahia, Ceará e Pará são os estados onde mais municípios poderão ser criados depois de ter sido aprovado, na Câmara e no Senado, projeto de lei que estabelece as regras para a emancipação de distritos.
    De acordo com a entidade, o Maranhão tem 32 distritos que atendem aos requisitos estipulados pelo projeto para emancipação. A Bahia tem 28, o Ceará, 26, e o Pará, 21. No total, o levantamento apontou 185 distritos em todo o país em condições de reivindicar a separação dos municípios aos quais atualmente pertencem (veja na tabela abaixo). Há ainda, segundo a entidade, uma proposta de fusão de três municípios no Rio Grande do Sul.
    O levantamento serviu de base para o parecer do relator do projeto no Senado, Valdir Raupp (PMDB-RO), aprovado na última quarta-feira (16). Com a aprovação, o projeto, que já tinha passado na Câmara, teve a tramitação concluída no Congresso e agora segue para sanção ou veto pela presidente Dilma Rousseff.
    O texto regulamenta a Constituição ao estabelecer regras de incorporação, fusão, criação e desmembramento de municípios e determina quais distritos poderão se emancipar após a realização de um plebiscito (veja as regras ao final deste texto).
    Inicialmente, a UBDCNM havia identificado mais de 500 distritos que pretendiam se emancipar em todo o país. Mas a estimativa diminuiu devido às restrições introduzidas no projeto durante a tramitação no Congresso.
    O presidente da entidade, Augusto César Serejo, informou que, se sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a lei deverá afetar cerca de 1,8 milhão de pessoas que, segundo ele, vivem em “distritos abandonados”.
    “Eram mais de 500 distritos no país inteiro que pretendiam emancipação mas, com o rigor da lei, quase 70% ficaram pelo caminho. A lei não nos agradou porque temos prova suficiente de que é emancipando que se desenvolve. Mas ficamos satisfeitos ao pensar que é melhor ter lei do que não ter norma nenhuma para se criar município”, declarou Serejo.
    Desenvolvimento e autonomia
    Para o pesquisador Paulo de Tarso Linhares, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), fundação pública vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, novas áreas de desenvolvimento e de produção agrícola estão entre os motivos para as demandas dos distritos por autonomia.
    “O que pode estar acontecendo é que, nesses últimos 20 anos, o oeste da Bahia e o sul do Maranhão foram áreas que se desenvolveram muito, sobretudo com o cultivo de grãos. Se muitos desses distritos que querem autonomia estão nessa região é porque são áreas que atingiram escala populacional razoavelmente grande, o que demanda autonomia para se gerenciar melhor”, declarou Linhares.
    Para o presidente da UBDCNM, os pedidos de emancipação surgiram devido à distância dos distritos em relação ao núcleo urbano dos municípios e à falta de serviços públicos básicos para as populações dessas áreas.
    “Em Altamira, no Pará, por exemplo, existe um distrito de cerca de 15 mil habitantes que fica a 1.214 km do centro do município. No tempo de chuva, ficam praticamente seis meses isolados”, afirmou Serejo.
    Desde 1996, a criação de municípios estava suspensa por falta de regulamentação. A Constituição de 1988 deixava a cargo dos estados definir as regras para a emancipação e fusão de localidades.
    No entanto, uma emenda constitucional de 1996 determinou que municípios só poderiam ser criados após a regulamentação das normas em âmbito federal – proposta aprovada nesta semana.
    Segundo o pesquisador Paulo de Tarso Linhares, que estuda os cerca de 1,5 mil municípios criados de 1988 a 1996,  em vários casos “podemos  dizer que a divisão de município foi bem sucedida”.
    Linhares critica o argumento de que novos municípios geram mais gastos públicos. “Muitas coisas têm gasto, mas o que se espera é que se traga mais benefício do que custo. A pergunta é: em que casos isso se revela positivo e quando é negativo?”
    Críticos
    Antes de ser aprovado no Senado, o texto sofreu resistência do PSOL na Câmara, único partido a se manifestar na Casa contrariamente ao texto.
    Para o líder do partido, deputado Ivan Valente (PSOL-SP) novos municípios geralmente resultam de “interesses políticos”.
    “De alguma, forma, deve haver brecha para criar município mas, da forma como foi feita, a proposta dá uma dimensão ilusória de que basta você dividir município que você resolve problema”, afirmou.
    O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) se alinha entre os críticos da matéria e votou contra o projeto no Senado.
    “São mais gabinetes de prefeitos, mais cargos comissionados, mais estruturas administrativas, mais câmaras municipais, mais salários de vereadores, e o cobertor é curto”, declarou.
    De acordo com relator da proposta no Senado, Valdir Raup (PMDB-RO), não é possível estimar os custos da criação de novos municípios. Ele afirma que as despesas resultantes da criação de novos municípios não recairão sobre a União porque os recursos sairão dos municípios atualmente existentes.
    “Não vai aumentar um centavo nem para União nem para os estados. Vai sair [recurso] dos municípios de cada estado. Vai ser desmembrado um pequeno percentual, que a lei já prevê isso aí, das cotas do Fundo de Participação dos Municípios [...]. O ‘município-mãe’ vai perder percentual, isso é natural”, disse Raupp.
    Regras
    A proposta aprovada no Senado estabelece a população mínima que cada localidade deverá ter para que seja possível formar um novo município. Nas regiões Sul e Sudeste, cada novo município deverá ter cerca de 12 mil habitantes. No Norte e no Centro-Oeste serão aproximadamente 6 mil. Para o Nordeste, o número é de 8,5 mil.
    Ao contrário do texto que havia sido aprovado inicialmente na Câmara, o texto aprovado pelos senadores impede novos municípios em reservas indígenas ou ambientais e em áreas pertencentes à União, a fundações e autarquias do governo federal.
    O projeto também determina que, tanto para a emancipação de distrito quanto para a fusão, ao menos 20% do eleitorado da localidade deve subscrever pedido para realizar a mudança, que ainda depende de estudos técnicos e da realização de plebiscito entre todo o eleitorado da municipalidade.
    Etapas para a criação
    Confira abaixo cada uma das etapas para a criação de um município, de acordo com o projeto aprovado no Senado:
    1. Protocolar na Assembleia Legislativa pedido de criação do município assinado por pelo menos 20% dos eleitores do distrito, obedecendo às seguintes condições:
    - Eleitorado igual ou superior a 50% da população do distrito;
    - Ter “núcleo urbano já constituído” e dotado de infraestrutura, edificações e equipamentos “compatíveis com a condição de município”;
    - Ter arrecadação superior à média de 10% dos atuais municípios do estado;
    - Área urbana não pode estar situada em reserva indígena, área de preservação ambiental ou área pertencente à União, a autarquia ou fundação do governo federal.
    2. Após o pedido, elaboração em 180 dias, pela Assembleia Legislativa, de “estudo de viabilidade” do novo municípío e área remanescente do município do qual o distrito pretende se separar. O estudo deverá verificar a viabilidade econômica, ambiental e política do novo município. Concluída essa etapa, o relatório terá de ser apreciado pelos deputados estaduais, que poderão arquivar ou aprovar o projeto.
    3. Se o pedido for aprovado pela assembleia, será realizado um plebiscito que envolverá a população do distrito interessado em se emancipar e a do município ao qual o distrito pertence.
    4. Se no plebiscito vencer a opção “sim”, a assembleia legislativa terá de votar uma lei estadual autorizando a criação do novo município.
    5. Após a aprovação da lei pela assembleia, será marcada data para eleição de prefeito, vice e vereadores do novo município.
    Fonte: Adustina.net

    Campanha na web: Políticos ‘pescam’ eleitores nas redes sociais

    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    face
    Após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter decidido, há pouco mais de um mês, que manifestações políticas pelo microblog Twitter não podem ser consideradas propaganda eleitoral, os pré-candidatos aos governos estadual e federal para 2014 já começaram a panfletagem eletrônica nas redes sociais, de olho na popularidade junto ao seu suposto eleitorado.
    Os políticos estão atrás de quantidade de seguidores no Twitter; curtições e amigos no Facebook; comentários no Instagram, tudo para mostrar que estão gabaritados para ocupar uma vaga nas chapas majoritárias ainda em aberto. E se mostram mais simpáticos e/ou críticos, se for o caso, do que usualmente. A regra do TSE é básica: só não vale exibir número de urna ou pedir voto explicitamente.
    “Nesse momento, os políticos estão se colocando como presidenciáveis e governáveis para mostrar, sobretudo para os partidos e aliados, que têm capital político-eleitoral para disputar o cargo  que pretendem e em determinada legenda. O foco dos pré-candidatos nesse momento, nas redes sociais, é mais esse”, diz o cientista político Clovis Oliveira, que estuda o tema.
    Dilma, que havia abandonado o Twitter desde 2010, por exemplo, voltou à ativa e esbanjando simpatia para fazer frente a supostos adversários, como Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB) – ambos na rede.
    No âmbito baiano, Paulo Souto reapareceu no Facebook com polidas, porém, duras críticas ao governo estadual. É um dos nomes ventilados como suposto cabeça de chapa de oposição ao candidato do projeto do governador Jaques Wagner (PT).
    E os que estão claramente no tabuleiro, como o secretário da Casa Civil, Rui Costa (PT), o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), ou o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), já se posicionam nas redes como pré-candidatos.
    Eles têm até slogan nas páginas. Nilo, por exemplo, é “Um homem do povo” no Facebook. O petista Rui Costa é “A Força da Nova Bahia”. Geddel prefere dizer que “precisamos de um projeto alternativo, que devolva a esperança ao povo baiano”.
    Destes, Geddel é de longe o que mais interage com os internautas. Muitos dos posts dos pré-candidatos, porém, parecem mais notícia do que comentário. Já a senadora Lídice da Mata (PSB) utiliza a ferramenta das redes, até agora, para dizer o que tem feito no exercício de seu mandato e dos eventos político-sociais dos quais participa.
    Para o cientista político Clóvis Oliveira, o tempo que resta para as próximas eleições, cerca de um ano, será determinante para dimensionar o papel das redes no processo. Além de o candidato usar o espaço virtual como propaganda junto aos eleitores, as redes também funcionam como ferramenta de sondagem da opinião pública. Outros dados, como perfil etário e social de quem acessa a página, dão ideia de quem seja parte de seu eleitorado.
    Fonte: A Tarde

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    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


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