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  • domingo, 20 de outubro de 2013

    Além de coroa, concurso de miss no Rio oferece troca de sexo a travestis

    Vencedora será conhecida na segunda (21) em festa no Teatro João Caetano.
    Cirurgia será na Tailândia, onde acontece o Miss Universo das transexuais.

    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    Transexuais e travestis disputam o Miss T, no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Transexuais e travestis disputam o Miss T, no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Altas, magras e de biquínis cor de rosa, elas se dizem prontas para acabar de vez com o preconceito e marginalização que travestis e transexuais sofrem na sociedade. Dispostas a ganhar a coroa de miss e o prêmio de uma cirurgia plástica, que pode ser o procedimento de mudança de sexo, 28 candidatas participam na segunda-feira (21) da 2ª edição do Miss T, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.
    A maioria das candidatas trabalha no mercado de beleza, como modelos, cabeleireiras e maquiadoras. Mas, se engana, completamente, quem pensa que elas se restringem apenas a essa área. Há vendedora, editora de vídeo, psicóloga, estudantes e agente de saúde na passarela.
    Nathalie Oliveira, representante do Rio de Janeiro, foi primeira colocada no concurso público para agente de saúde na cidade onde mora, Bom Jardim, na Região Serrana. Há um ano na função, ela não pensa em largar a profissão.
    "A estabilidade é muito grande e foi uma grande conquista. Já tenho planos para 2014, quando poderei, finalmente, começar uma faculdade e conciliar com o emprego público. Nunca participei de nenhum concurso de beleza  e estou apenas curtindo o momento", disse a jovem, de 19 anos.
    Na véspera do concurso, candidatas do Miss T fazem pose na piscina do hotel, no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Na véspera do concurso, candidatas do Miss T fazem pose na piscina do hotel, no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Modelo transexual
    Organizado pela Associação das Travestis e Transexuais do Estado do Rio de Janeiro, Astra-Rio, o concurso visa abrir as portas e os olhos da sociedade para a causa dos transexuais. Muitas não divulgam a verdadeira identidade em seu dia a dia. É o caso da modelo Felipa Tavares, de 27 anos. Única modelo transexual da famosa agência 40º Models, de Sérgio Mattos, descobridor de Gisele Bündchen, ela não contou durante um curso qual era seu verdadeiro nome.
    "O Sérgio Mattos só foi descobrir realmente quem eu era quando foi entregar o meu diploma e viu que o nome era de homem. Ele já tinha me convidado para fazer parte do casting, mas quando soube a verdade, só bateu o martelo: você vai ser a primeira modelo transexual da minha agência", lembra a mineira.
    Na véspera do concurso, candidatas fizeram ensaio de biquini em hotel no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Na véspera do concurso, candidatas fizeram ensaio de biquini em hotel no Rio de Janeiro (Foto: Flávia Rodrigues/ G1)
    Com 10 estados na disputa, o caminho até a seleção foi longo para muitas. As mineiras são maioria, com seis ao todo, seguidas por representantes do Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Paraíba, Alagoas, Santa Catarina, Ceará, Rio Grande do Norte e Maranhão são representados por apenas uma candidata cada.
    Rifa para viajar ao Rio de Janeiro
    Dávila Medeiros, representante do Rio Grande do Norte, de 26 anos, conhece bem o longo caminho que teve que percorrer até chegar ao concurso. Além de vencer o preconceito de algumas cidades do interior, foi necessário vender uma rifa para alcançar seu objetivo. O dinheiro arrecadado custeou a viagem até o Rio de Janeiro.
    "Meu sonho é ser miss e fazer a feminilização facial - cirurgia que visa suavizar o aspecto do rosto e torná-lo mais feminino. Ganhar o concurso realizaria meus maiores sonhos de uma só vez", conta a determinada maquiadora.
    A organização do Miss T Brasil se responsabiliza apenas por acomodações e refeições em um hotel no Centro do Rio durante todo evento. As candidatas tiveram que arcar com as passagens, além da taxa de inscrição de R$300. A premiação consiste no contrato de um ano com Astra-Rio; pagamento da taxa de inscrição de US$ 500 para participar do Miss International Queen 2014 - equivale ao Miss Universo para transexuais, e o pagamento da passagem para a Tailândia, assim como consultoria preparatória e confecção do traje típico a ser cedido no evento.
    Tema delicado para algumas, o concurso também pode dar a oportunidade, para as que desejam, de fazer a cirurgia de redesignação sexual - procedimento cirúrgico que muda a aparência física e características sexuais para o sexo oposto. Entre os prêmios, as três primeiras colocadas ganharão um voucher da Kamol Cosmetics Hospital, famoso hospital tailandês para tais procedimentos.
    Fonte: G1.com

    Explosão de caminhão-bomba deixa mais de 30 mortos na Síria

    Ataque aconteceu na periferia da cidade de Hama, no centro do país.
    Caminhão carregava 1,5 tonelada de explosivos.

    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    Bombeiros são vistos em local de explosão em Hana, na Síria, neste domingo (20) (Foto: Sana/AFP)
    Bombeiros são vistos em local de explosão em Hama, na Síria, neste domingo (20) (Foto: Sana/AFP)


    Pelo menos 30 pessoas morreram neste domingo (20) e dezenas ficaram feridas após a explosão de um caminhão-bomba na periferia da cidade de Hama, no centro da Síria, informou a agência de notícias oficial "Sana".
    O caminhão carregava 1,5 tonelada de explosivos e explodiu na entrada leste da cidade, na estrada que liga Hama a Salmiya. No mesmo instante, passava pelo local um veículo transportando botijões de gás, que também explodiu.
    Uma fonte oficial de alto escalão, citada pela "Sana", não descartou que o número de mortos possa aumentar devido à gravidade de alguns dos feridos.
    A agência acrescentou que o incidente foi um "ataque terrorista suicida" - "terrorista" é o termo usado pelo governo para classificar os rebeldes da oposição.
    A ONG pró-oposição Observatório Sírio dos Direitos Humanos afirmou que o ataque visava um posto de controle do Exército.
    O atentado causou também danos materiais em mais de 20 carros e em edifícios e lojas da região, onde fica uma fábrica de maquinaria agrícola.
    Imagens registradas pela TV Síria mostraram bombeiros tentando apagar as chamas dos veículos.
    O conflito da Síria, que já dura cerca de dois anos e meio, começou com protestos pacíficos, mas transformou-se em guerra civil.
    Aos rebeldes se juntaram islamistas radicais, alguns deles ligados à al-Qaeda, e diversos grupos têm usado bombas suicidas para atacar alvos militares e políticos.
    arte síria versão 08.10 (Foto: Arte/G1)
    Fonte: G1.com




    Aprovação de lei pode criar mais 28 municípios baianos

    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    novos municipios
    Levantamento da União Brasileira em Defesa da Criação dos Novos Municípios (UBDCNM) indica que Maranhão, Bahia, Ceará e Pará são os estados onde mais municípios poderão ser criados depois de ter sido aprovado, na Câmara e no Senado, projeto de lei que estabelece as regras para a emancipação de distritos.
    De acordo com a entidade, o Maranhão tem 32 distritos que atendem aos requisitos estipulados pelo projeto para emancipação. A Bahia tem 28, o Ceará, 26, e o Pará, 21. No total, o levantamento apontou 185 distritos em todo o país em condições de reivindicar a separação dos municípios aos quais atualmente pertencem (veja na tabela abaixo). Há ainda, segundo a entidade, uma proposta de fusão de três municípios no Rio Grande do Sul.
    O levantamento serviu de base para o parecer do relator do projeto no Senado, Valdir Raupp (PMDB-RO), aprovado na última quarta-feira (16). Com a aprovação, o projeto, que já tinha passado na Câmara, teve a tramitação concluída no Congresso e agora segue para sanção ou veto pela presidente Dilma Rousseff.
    O texto regulamenta a Constituição ao estabelecer regras de incorporação, fusão, criação e desmembramento de municípios e determina quais distritos poderão se emancipar após a realização de um plebiscito (veja as regras ao final deste texto).
    Inicialmente, a UBDCNM havia identificado mais de 500 distritos que pretendiam se emancipar em todo o país. Mas a estimativa diminuiu devido às restrições introduzidas no projeto durante a tramitação no Congresso.
    O presidente da entidade, Augusto César Serejo, informou que, se sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a lei deverá afetar cerca de 1,8 milhão de pessoas que, segundo ele, vivem em “distritos abandonados”.
    “Eram mais de 500 distritos no país inteiro que pretendiam emancipação mas, com o rigor da lei, quase 70% ficaram pelo caminho. A lei não nos agradou porque temos prova suficiente de que é emancipando que se desenvolve. Mas ficamos satisfeitos ao pensar que é melhor ter lei do que não ter norma nenhuma para se criar município”, declarou Serejo.
    Desenvolvimento e autonomia
    Para o pesquisador Paulo de Tarso Linhares, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), fundação pública vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, novas áreas de desenvolvimento e de produção agrícola estão entre os motivos para as demandas dos distritos por autonomia.
    “O que pode estar acontecendo é que, nesses últimos 20 anos, o oeste da Bahia e o sul do Maranhão foram áreas que se desenvolveram muito, sobretudo com o cultivo de grãos. Se muitos desses distritos que querem autonomia estão nessa região é porque são áreas que atingiram escala populacional razoavelmente grande, o que demanda autonomia para se gerenciar melhor”, declarou Linhares.
    Para o presidente da UBDCNM, os pedidos de emancipação surgiram devido à distância dos distritos em relação ao núcleo urbano dos municípios e à falta de serviços públicos básicos para as populações dessas áreas.
    “Em Altamira, no Pará, por exemplo, existe um distrito de cerca de 15 mil habitantes que fica a 1.214 km do centro do município. No tempo de chuva, ficam praticamente seis meses isolados”, afirmou Serejo.
    Desde 1996, a criação de municípios estava suspensa por falta de regulamentação. A Constituição de 1988 deixava a cargo dos estados definir as regras para a emancipação e fusão de localidades.
    No entanto, uma emenda constitucional de 1996 determinou que municípios só poderiam ser criados após a regulamentação das normas em âmbito federal – proposta aprovada nesta semana.
    Segundo o pesquisador Paulo de Tarso Linhares, que estuda os cerca de 1,5 mil municípios criados de 1988 a 1996,  em vários casos “podemos  dizer que a divisão de município foi bem sucedida”.
    Linhares critica o argumento de que novos municípios geram mais gastos públicos. “Muitas coisas têm gasto, mas o que se espera é que se traga mais benefício do que custo. A pergunta é: em que casos isso se revela positivo e quando é negativo?”
    Críticos
    Antes de ser aprovado no Senado, o texto sofreu resistência do PSOL na Câmara, único partido a se manifestar na Casa contrariamente ao texto.
    Para o líder do partido, deputado Ivan Valente (PSOL-SP) novos municípios geralmente resultam de “interesses políticos”.
    “De alguma, forma, deve haver brecha para criar município mas, da forma como foi feita, a proposta dá uma dimensão ilusória de que basta você dividir município que você resolve problema”, afirmou.
    O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) se alinha entre os críticos da matéria e votou contra o projeto no Senado.
    “São mais gabinetes de prefeitos, mais cargos comissionados, mais estruturas administrativas, mais câmaras municipais, mais salários de vereadores, e o cobertor é curto”, declarou.
    De acordo com relator da proposta no Senado, Valdir Raup (PMDB-RO), não é possível estimar os custos da criação de novos municípios. Ele afirma que as despesas resultantes da criação de novos municípios não recairão sobre a União porque os recursos sairão dos municípios atualmente existentes.
    “Não vai aumentar um centavo nem para União nem para os estados. Vai sair [recurso] dos municípios de cada estado. Vai ser desmembrado um pequeno percentual, que a lei já prevê isso aí, das cotas do Fundo de Participação dos Municípios [...]. O ‘município-mãe’ vai perder percentual, isso é natural”, disse Raupp.
    Regras
    A proposta aprovada no Senado estabelece a população mínima que cada localidade deverá ter para que seja possível formar um novo município. Nas regiões Sul e Sudeste, cada novo município deverá ter cerca de 12 mil habitantes. No Norte e no Centro-Oeste serão aproximadamente 6 mil. Para o Nordeste, o número é de 8,5 mil.
    Ao contrário do texto que havia sido aprovado inicialmente na Câmara, o texto aprovado pelos senadores impede novos municípios em reservas indígenas ou ambientais e em áreas pertencentes à União, a fundações e autarquias do governo federal.
    O projeto também determina que, tanto para a emancipação de distrito quanto para a fusão, ao menos 20% do eleitorado da localidade deve subscrever pedido para realizar a mudança, que ainda depende de estudos técnicos e da realização de plebiscito entre todo o eleitorado da municipalidade.
    Etapas para a criação
    Confira abaixo cada uma das etapas para a criação de um município, de acordo com o projeto aprovado no Senado:
    1. Protocolar na Assembleia Legislativa pedido de criação do município assinado por pelo menos 20% dos eleitores do distrito, obedecendo às seguintes condições:
    - Eleitorado igual ou superior a 50% da população do distrito;
    - Ter “núcleo urbano já constituído” e dotado de infraestrutura, edificações e equipamentos “compatíveis com a condição de município”;
    - Ter arrecadação superior à média de 10% dos atuais municípios do estado;
    - Área urbana não pode estar situada em reserva indígena, área de preservação ambiental ou área pertencente à União, a autarquia ou fundação do governo federal.
    2. Após o pedido, elaboração em 180 dias, pela Assembleia Legislativa, de “estudo de viabilidade” do novo municípío e área remanescente do município do qual o distrito pretende se separar. O estudo deverá verificar a viabilidade econômica, ambiental e política do novo município. Concluída essa etapa, o relatório terá de ser apreciado pelos deputados estaduais, que poderão arquivar ou aprovar o projeto.
    3. Se o pedido for aprovado pela assembleia, será realizado um plebiscito que envolverá a população do distrito interessado em se emancipar e a do município ao qual o distrito pertence.
    4. Se no plebiscito vencer a opção “sim”, a assembleia legislativa terá de votar uma lei estadual autorizando a criação do novo município.
    5. Após a aprovação da lei pela assembleia, será marcada data para eleição de prefeito, vice e vereadores do novo município.
    Fonte: Adustina.net

    Campanha na web: Políticos ‘pescam’ eleitores nas redes sociais

    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    face
    Após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter decidido, há pouco mais de um mês, que manifestações políticas pelo microblog Twitter não podem ser consideradas propaganda eleitoral, os pré-candidatos aos governos estadual e federal para 2014 já começaram a panfletagem eletrônica nas redes sociais, de olho na popularidade junto ao seu suposto eleitorado.
    Os políticos estão atrás de quantidade de seguidores no Twitter; curtições e amigos no Facebook; comentários no Instagram, tudo para mostrar que estão gabaritados para ocupar uma vaga nas chapas majoritárias ainda em aberto. E se mostram mais simpáticos e/ou críticos, se for o caso, do que usualmente. A regra do TSE é básica: só não vale exibir número de urna ou pedir voto explicitamente.
    “Nesse momento, os políticos estão se colocando como presidenciáveis e governáveis para mostrar, sobretudo para os partidos e aliados, que têm capital político-eleitoral para disputar o cargo  que pretendem e em determinada legenda. O foco dos pré-candidatos nesse momento, nas redes sociais, é mais esse”, diz o cientista político Clovis Oliveira, que estuda o tema.
    Dilma, que havia abandonado o Twitter desde 2010, por exemplo, voltou à ativa e esbanjando simpatia para fazer frente a supostos adversários, como Eduardo Campos (PSB) e Aécio Neves (PSDB) – ambos na rede.
    No âmbito baiano, Paulo Souto reapareceu no Facebook com polidas, porém, duras críticas ao governo estadual. É um dos nomes ventilados como suposto cabeça de chapa de oposição ao candidato do projeto do governador Jaques Wagner (PT).
    E os que estão claramente no tabuleiro, como o secretário da Casa Civil, Rui Costa (PT), o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), ou o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), já se posicionam nas redes como pré-candidatos.
    Eles têm até slogan nas páginas. Nilo, por exemplo, é “Um homem do povo” no Facebook. O petista Rui Costa é “A Força da Nova Bahia”. Geddel prefere dizer que “precisamos de um projeto alternativo, que devolva a esperança ao povo baiano”.
    Destes, Geddel é de longe o que mais interage com os internautas. Muitos dos posts dos pré-candidatos, porém, parecem mais notícia do que comentário. Já a senadora Lídice da Mata (PSB) utiliza a ferramenta das redes, até agora, para dizer o que tem feito no exercício de seu mandato e dos eventos político-sociais dos quais participa.
    Para o cientista político Clóvis Oliveira, o tempo que resta para as próximas eleições, cerca de um ano, será determinante para dimensionar o papel das redes no processo. Além de o candidato usar o espaço virtual como propaganda junto aos eleitores, as redes também funcionam como ferramenta de sondagem da opinião pública. Outros dados, como perfil etário e social de quem acessa a página, dão ideia de quem seja parte de seu eleitorado.
    Fonte: A Tarde

    Confira a Agenda Cultural do mês de novembro em Adustina


    Por Shanddy Notícias em 20 de Outubro de 2013


    ceca
    festa

    sábado, 19 de outubro de 2013

    Pastor e cantor Evangélicos morrem confundidos em operação desastrosa da policia em Feira de Santana

    Gilmário Sales Lima, 24 anos é um pastor e pregador conceituado no meio evangélico de Feira de Santana, já a segunda vítima, Jeisivam Dias, é um cantor gospel. 

    Por Shanddy Notícias em 19 de Outubro de 2013



    Foram identificados no Departamento de Polícia Técnica (DPT) os corpos  dos quatros homens que morreram na tarde de ontem (17), na BR-324, durante uma ação policial na divisa entre Feira de Santana e Conceição do Jacuípe:  Gilmário  Sales lima, 24 anos, Jeisivam Cristiano Dias Brito, 26, que morava na Rua Augusto dos Anjos, no bairro Rua Nova e  Enderson Almeida Souza Matos, 23 anos, o Rabicó, que morava no conjunto Feira IX. O quarto homem foi identidicado apenas como Fábio, e conhecido como Fabinho. 
    A polícia, que investiga uma quadrilha de roubo de carros, recebeu uma denúncia anônima e localizou os suspeitos na rodovia. Ao fazer o cerco, segundo o delegado Jean Souza, titular da Delegacia de Repressão a Roubos de Cargas (Decarga), os homens atiraram e os policiais revidaram.
    De acordo com a polícia, os homens estavam armados em dois veículos, um Peugeot vermelho, placa OLD – 8292, licença de Tucano e um Punto branco, placa NZP- 3230, licença de Cruz das Almas. “Eles iniciaram a troca de tiros. Não foi intenção da polícia feri-los, mas eles tiveram que salvar suas vidas e revidaram os disparos”, disse o delegado.
    Pastor Gilmário (a esquerda) e Missionário Jeisivam Dias (a direita)
    Segundo informações, duas das vítimas mortas no confronto não seriam integrantes da quadrilha, Gilmário Sales Lima, 24 anos é um pastor e pregador conceituado no meio evangélico de Feira de Santana, já a segunda vítima, Jeisivam Dias, é um cantor gospel. De acordo com amigos e familiares das vítimas, os dois estavam indo para um culto evangélico no momento em que foram abordados por bandidos, com a chegada da polícia ficaram no meio do fogo cruzado. 
    A ação do Serviço de Investigação da Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos  (DRFR), sob o comando dos delegados Ricardo Brito e André Ribeiro, teve o apoio de policiais civis da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas em Rodovias e de policiais militares do Tático Móvel.Com informações do Acorda Cidade.
    Fonte: Portal de Jeremoabo

    Prefeito de Sítio do Quinto tem contas rejeitadas pela terceira vez; Ainda cabe recurso da decisão

    Por Shanddy Notícias em 19 de Outubro de 2013


    sítio do quinto bahia
    Nesta quinta-feira (17/10), o Tribunal de Contas dos Municípios votou pela rejeição das contas da Prefeitura de Sítio do Quinto, na gestão de Cleigivaldo Carvalho Santa Rosa, em face do cometimento de diversas irregularidades no decorrer do exercício de 2012.
    O Conselheiro Fernando Vita, relator do parecer, solicitou a formulação de representação ao Ministério Público contra o gestor, imputou multas de R$ 15.000,00, pelas falhas contidas no relatório anual, e de R$ 36.000,00, correspondente a 30% dos seus vencimentos anuais, pela não redução dos gastos com pessoal.
    A relatoria determinou ainda o ressarcimento ao erário municipal de R$ 336.134,82, em razão da emissão de oito cheques sem provisão de fundos (R$ 184,35), da saída de numerário sem o documento de despesa correspondente (R$ 259.903,33) e da ausência de comprovação de despesa (R$ 76.047,14).
    O Balanço Orçamentário do Município registrou uma receita arrecadada de R$ 20.198.447,10 e uma despesa executada de R$ 20.626.310,46, demonstrando um déficit de R$ 427.863,35.
    A análise técnica constatou o descumprimento do art. 42 da Lei Complementar nº 101/00 – Lei de Responsabilidade Fiscal, vez que foi inscrito em Restos a Pagar o montante de R$ 231.875,58, caracterizando à assunção de obrigação de despesa sem que haja disponibilidade de caixa suficiente para cobertura, contribuindo irremediavelmente para a reprovação das contas.
    A despesa total com pessoal alcançou o montante de R$ 10.716.264,71, equivalente a 54,27% da receita corrente líquida de R$ 19.744.678,40, em descumprimento ao limite de 54% definido na alínea “b”, do inciso III, do art. 20 da Lei Complementar nº 101/00 – LRF.
    O relatório anual destacou também as seguintes irregularidades: ausência de licitação em inobservância à Lei Federal nº 8.666/93; não recolhimento de multa ou outro gravame imposto pelo Tribunal; relatório de Controle Interno em desacordo com às exigências legais; e insignificante cobrança da Dívida Ativa Tributária.
    Ainda cabe recurso da decisão.
    Fonte: Adustina.net