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  • quarta-feira, 9 de outubro de 2013

    Samsung apresenta o Galaxy Road: smartphone com tela curva

    Por Shanddy Notícias em 09 de Outubro de 2013


    A Samsung apresentou o seu novo smatphone: o Galaxy Road. A novidade fica por conta da tela curva. O Galaxy Road possui uma tela 1080p de 5,7 polegadas, tem 7,9 milímetros de espessura e pesa 154 gramas. Segundo o Mashable, o aparelho terá um processador de 2,3 GHz quad-core, 3GB de RAM, 32 GB de memória de armazenamento, uma câmera traseira de 13 megapixels e 2 megapixels na parte frontal e uma bateria de 2800 mAh. 


    Fonte:Terra.com

    Nobel de Química vai para pesquisadores que criaram modelos de reações químicas no computador

    Martin Karplus, Michael Levitt e Arieh Warshel desenvolveram, nos anos 1970, modelos de computador que uniram princípios da física clássica e da teórica para analisar como as moléculas se comportam e reagem umas às outras

    Por Shanddy Notícias em 09 de Outubro de 2013

    Montagem dos vencedores do Prêmio Nobel de Química Martin Karplus, Michael Levitt e Arieh Warshel na Assembléia  do Nobel na Academia Sueca de Ciências, em Estocolmo
    Martin Karplus, Michael Levitt e Arieh Warshel estão por trás das pesquisas que levaram ao desenvolvimento dos programas de computador utilizados em diversos laboratórios ao redor do mundo, para analisar as reações químicas (TT Agency/Claudio Brescian/AFP )
    O Prêmio Nobel de Química de 2013 foi concedido a Martin Karplus, Michael Levitt e Arieh Warshel, autores de pesquisas realizadas nos anos 1970, que lançaram as bases dos poderosos programas usados hoje em dia para entender e prever as reações químicas. No passado, os químicos realizavam suas experiências nos tubos de ensaio em seus laboratórios e enfrentavam dificuldades técnicas enormes para modelar o que acontecia com as moléculas das substâncias que estavam testando. Hoje, os computadores fazem boa parte desse trabalho e se tornaram tão importantes para a química quanto os tubos de ensaio — em grande parte por causa do trabalho dos vencedores do Nobel.
    As reações químicas são impossíveis de acompanhar em tempo real, pois acontecem na velocidade da luz. Em uma fração de um milésimo de segundo, os elétrons saltam de um núcleo atômico para o outro, o que torna praticamente impossível mapear experimentalmente cada passo do processo. Nos laboratórios atuais, isso pode ser feito a partir dos avançados programas de computador. Para que isso pudesse acontecer, Karplus, Levitt e Warshel tiveram de unir, há quatro décadas, duas áreas distintas da ciência: a física clássica (que se focava na estrutura e no movimentos dos átomos) e a física quântica (que analisava como os elétrons e os núcleos atômicos se comportavam).
    Conseguiram assim, abrir a porta para um conhecimento mais detalhado de como os processos químicos aconteciam, o que levou à criação de novos compostos, como catalisadores, células solares e drogas. O efeito de um remédio que age sobre uma proteína do corpo humano, por exemplo, pode ser simulado por um computador que realiza cálculos teóricos sobre como as principais partículas na proteína irão reagir com a droga, prevendo seus efeitos de modo mais exato.
    O melhor de dois mundos — Antes das pesquisas realizadas pelo trio de cientistas, os químicos que quisessem simular moléculas em seus computadores tinham que decidir se iriam usar programas que utilizavam a física clássica ou a quântica. Os programas clássicos eram capazes de analisar e processar grandes moléculas químicas. Eles não conseguiam descrever reações — só serviam para moléculas em estado de repouso — mas forneciam uma boa representação de como os átomos estavam posicionados dentro da estrutura molecular.
    Fonte:Veja.com

    Consenso no mercado é de que Copom eleve juros para 9,5%

    BC decide hoje nova taxa de juros e projeções indicam que a Selic não deve ultrapassar dois dígitos este ano

    Por Shanddy Notícias em 09 de Outubro de 2013


    o economista Alexandre Tombini preside a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom)
    O presidente do BC, Alexandre Tombini, ao comandar a reunião do Copom em 2011 (Elza Fiuza/Agência Brasil)
    O mercado financeiro caminha em manada nas suas apostas sobre o destino dos juros básicos da economia e a maioria ainda vê 2013 terminando com a Selic abaixo dos dois dígitos, a 9,75% ao ano, número também refletido nos juros futuros. Para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que termina nesta quarta-feira, é quase unânime a aposta de que a Selic será elevada em 0,5 ponto porcentual (p.p.). 
    De oitenta instituições ouvidas pelo AE Projeções, 79 apostavam na alta de 0,5 p.p.. O professor Emílio Garófalo diz que não seria prudente o Banco Central (BC) ir contra a projeção que está tão consensual para evitar sobressaltos e alta volatilidade. "Se subir mais ou menos do que os 0,5 ponto esperado, o BC poderia dar a impressão ou que a inflação não está sob controle ou que está relaxando demais."
    Nos negócios com juros futuros na bolsa de valores, as taxas também apontam para uma Selic de apenas um dígito neste fim de ano. Os contratos para janeiro de 2014 fecharam a 9,44% na terça-feira. Já os de janeiro de 2015 apontam para Selic de 10%. Em prazos mais longos, como 2017, a taxa apontava para 11%.
    Algumas instituições já informam a seus clientes que os juros vão chegar aos dois dígitos ainda em 2013. Caso do Bradesco. De acordo com relatório do departamento econômico do banco, o aumento será de 0,5 ponto hoje, mas outros dois aumentos serão realizados até o fim do ano levando os juros a 10,25%. "Ainda que as projeções apontem para uma convergência lenta da inflação, os patamares reportados são bastante elevados e estão acima da inflação média dos últimos anos, de 5,5%", diz.
    Pela pesquisa Focus, é possível observar que o Bradesco não está sozinho em suas previsões. Nesta semana, a média das apostas estava em 9,77% ao ano, mais alta que os 9,75% da semana anterior e que os 9,58% de agosto.
    Fonte:Veja.com

    terça-feira, 8 de outubro de 2013

    Ganhador da Mega-Sena não pega prêmio e perde R$ 23 milhões

    Por Shanddy o Moral de Adustina em 08 de Outubro de 2013


    Um ganhador da Mega-Sena não pegou o prêmio e perdeu os R$ 23 milhões que havia ganhado. Ele tinha até as 16h desta terça-feira-feira (8) para receber o dinheiro, mas não foi buscar o prêmio, segundo a CEF (Caixa Econômica Federal).
    A pessoa fez a aposta em uma casa lotérica de Ponta Grossa (PR) e teve as seis dezenas sorteadas em 10 de julho deste ano. Os números foram: 01 - 08 - 17 - 44 - 46 - 53.
    De acordo com a CEF, os ganhadores têm um prazo de 90 dias para resgatar o prêmio em uma das agências da Caixa. Quando não é retirado, o dinheiro vai para o Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior), como determina a lei.

    Próximo sorteio

    A Mega-Sena pode pagar R$ 23 milhões no sorteio que será realizado às 20h desta quarta-feira (9). A aposta mínima custa R$ 2 e pode ser feita até as 19h.
    Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas no último sábado (5), e o prêmio acumulou. Os números foram: 13 - 18 - 29 - 32 - 50 - 58.
    No sorteio realizado em Barra de São Francisco (ES), 89 apostadores acertaram a quina e ganharam R$ 27.340,47 cada um. Além disso, mais 7.408 bilhetes acertaram a quadra e levaram 469,24 cada.

    SEUS NÚMEROS JÁ SAÍRAM ALGUMA VEZ NA HISTÓRIA DA MEGA-SENA?

    Fonte:UOL.com

    Pesquisadores que previram Bóson de Higgs ganham Nobel de Física

    O britânico Peter Higgs e o belga François Englert previram nos anos 1960, de forma independente, a existência do campo de Higgs, responsável por dar massa a todas as outras partículas. Sua existência foi finalmente comprovada no ano passado, por pesquisas realizadas no LHC

    Por Shanddy o Moral de Adustina em 08 de Outubro de 2013




    O belga François Englert e o britânico Peter Higgs, vencedores do Nobel de física de 2013
    O belga François Englert e o britânico Peter Higgs estiveram presente quando, em 2012, cientistas que trabalhavam no LHC confirmaram as teorias desenvolvidas pelos dois cinquenta anos antes (Fabrice Coffrini/AFP)
    Os físicos François Englert e Peter Higgs receberam o Prêmio Nobel de Física de 2013, como reconhecimento à teoria que explica como as partículas subatômicas adquirem massa. Em 1964, os dois propuseram a teoria de forma independente um do outro. Em 2012, quase cinquenta anos depois, suas ideias foram finalmente confirmadas pela descoberta de uma partícula conhecida como Bóson de Higgs no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), o maior acelerador de partículas do mundo. A descoberta era a última peça que faltava para confirmar o modelo padrão da física de partículas, que descreve como o mundo funciona em suas estruturas mais básicas, menores do que os próprios átomos.
    De acordo com o modelo padrão, tudo — de pessoas a estrelas — é composto por apenas algumas partículas minúsculas de matéria, como os elétrons e os quarks. Essas partículas são governadas por uma série de forças que as permite interagir entre si: a gravidade, o eletromagnetismo , a interação fraca e a interação forte dos átomos. Até os anos 1960, no entanto, os pesquisadores não conseguiam explicar como algumas partículas ganhavam massa, e outras não. Sem essa massa, partículas como elétrons e quarks se comportariam como os fótons, as partículas de luz, e correriam livres pelo Universo — sem a capacidade de se aglutinarem e formarem átomos ou moléculas. Em outras palavras, toda a matéria entraria em colapso e nada existiria.
    Tanto François Englert quanto Peter Higgs eram jovens cientistas quando, em 1964, formularam a teoria que iria resgatar o modelo padrão do descrédito. Suas ideias foram formuladas de forma independente, cada um em seu laboratório (Englert teve a colaboração do físico Robert Brout, morto em 2011), mas elas tocavam em pontos semelhantes. Ambos previram a existência de um campo invisível percorrendo todo o espaço — que viria a ser conhecido, de forma um pouco injusta com Englert, como o 'campo de Higgs' — que seria responsável por dar massa às partículas. Aquelas que interagissem com ele, como os elétrons, ficariam mais pesadas, e aquelas que não sentissem seus efeitos, como os fótons, se locomoveriam livremente, na velocidade da luz.
    Segundo a teoria, que seria desenvolvida por vários outros cientistas ao longo das décadas, no momento do Big Bang todas as partículas não possuíam massa. Entre 10 e 11 segundos após o início do Universo, algo aconteceu com o campo de Higgs, fazendo com que ele perdesse seu equilíbrio original e passasse a interagir com as partículas — permitindo que toda a matéria visível surgisse. Para comprovar a teoria, os pesquisadores precisavam encontrar o Bóson de Higgs, uma partícula criada a partir de vibrações nesse campo. Durante as décadas seguintes, no entanto, ela se recusava a aparecer nas diversas pesquisas realizadas ao redor do mundo.
    Fonte:Veja.Com

    Casal é acusado de manter 4 filhos em condições precárias nos EUA

    Wayne Sperling e Lorinda Bailey serão julgados nesta terça-feira (8).Casal também foi acusado de abuso infantil.

    Por Shanddy o Moral de Adustina em 08 de Outubro de 2013


    Um casal será julgado nesta terça-feira (8) após manter seus quatro filhos em condições precárias em denver, no estado do Colorado, nos Estados Unidos. Wayne Sperling e Lorinda Bailey foram acusados também de abuso sexual infantil, além de deixar as crianças passarem fome.
    As crianças têm 2,4, 5 e 6 anos e foram encontradas pelas autoridades em uma casa totalmente imunda, convivendo com vários gatos, fezes humanas, urinas humanas e moscas. Elas foram colocadas em proteção do governo.
    Uma testemunha disse em depoimento que as crianças não foram "treinadas" para usar o banheiro, não tinham nenhuma escolaridade e não fala - adotaram sons para se comunicar.
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    Wayne Sperling (à esquerda) e Lorinda Bailey (à direita) são acusados de manter os quatro filhos em condições precárias nos EUA  (Foto: Denver Distrito Arttorney/ AP)

    Wayne Sperling (à esquerda) e Lorinda Bailey (à direita) são acusados de manter os quatro filhos em condições precárias nos EUA (Foto: Denver Distrito Arttorney/ AP)Fonte:G1.com

    Novas brasileiras

    Descobertas três espécies de salamandra na Amazônia. Achado contraria tese de que é baixa a diversidade desses animais na região.

    Por Shanddy o Moral de Adustina em 08 de Outubro de 2013


    Novas brasileiras
    ‘Bolitoglossa caldwellae’, uma das três novas espécies de salamandra identificadas no Brasil. A cauda e o focinho menor são características marcantes da espécie. (foto: Janalee Caldwell)
    A identificação de três novas espécies de salamandra vem reforçar o time desse grupo de anfíbios no Brasil. Agora, são cinco espécies conhecidas no país. A descoberta resultou de pesquisa realizada pela bióloga Isabela Carvalho Brcko, do Museu Paraense Emílio Goeldi, durante seu mestrado no Programa de Pós-graduação em Zoologia da Universidade Federal do Pará.
    As novas espécies, todas do mesmo gênero, foram denominadas Bolitoglossa tapajonicaBolitoglossa madeira e Bolitoglossa caldwellaeBolitoglossa paraensis eBolitoglossa altamazonica são as espécies de ocorrência já conhecida no Brasil.
    As três espécies recém-descobertas foram encontradas na região Norte do país, em florestas de terra firme ou nas imediações de rios e lagos. Ainda não foi possível estabelecer uma estimativa da população de cada espécie.
    Para se certificar de que as espécies eram novas, Brcko analisou características morfológicas (comprimento, coloração, detalhes das mãos, dos pés e da dentição, entre outros) de 278 indivíduos, coletados ao longo da bacia amazônica ou oriundos de material de coleção de outros pesquisadores. Os indivíduos foram comparados comBolitoglossa paraensis e com dados de espécies de regiões próximas (como Peru e Colômbia).
    Salamandra 'Bolitoglossa paraensis'
    ‘Bolitoglossa paraensis’, espécie de ocorrência já conhecida no Brasil. Seus traços morfológicos foram comparados com os das salamandras recém-descobertas. (foto: Marcelo Sturaro)
    As análises foram feitas sob orientação dos biólogos Selvino Neckel de Oliveira, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marinus Steven Hoogmoed, do Museu Paraense Emílio Goeldi.

    Animais sensíveis

    Em comparação com Bolitoglossa paraensiB. tapajonica é uma espécie mais robusta, com formato de cauda diferente e maior número de dentes pré-maxilares. Já B. caldwellae apresenta manchas de cor creme na região ventral, característica não observada nas demais espécies. Além disso, possui cauda e focinho mais curtos.
    B. madeira é a espécie que atinge maior comprimento e possui um número maior de dentes. O comprimento desses animais varia de seis a dez centímetros, do focinho à ponta da cauda.
    “As novas espécies são terrestres e, aparentemente, não são venenosas para os seres humanos”, diz Brcko. Como os demais anfíbios, elas possuem toxinas. Mas, segundo a pesquisadora, é provável que essas substâncias, que ainda não são bem conhecidas, sejam prejudiciais apenas aos predadores.
    O estudo da bióloga do Museu Goeldi vem reforçar a tese de que as salamandras são um grupo animal muito pouco conhecido no Brasil. Além disso, segundo Brcko, contraria o pressuposto de que a Amazônia brasileira é uma região pobre em diversidade de espécies de salamandras.
    Para a pesquisadora, a descoberta reforça também a necessidade de proteção das áreas de ocorrência das espécies, que são muito vulneráveis às ações humanas e à degradação e perda de hábitat natural. “As salamandras só sobrevivem em áreas que apresentem condições ambientais favoráveis.”
    Fonte:Ciências Online